Aves dos remanescentes florestais e ambientes com influência marítima em Itapema e Porto Belo - litoral norte de Santa Catarina

Autores

  • Carlos Eduardo Zimmermann Fundação Universidade Regional de Blumenau, Laboratório de Ecologia e Ornitologia—LABEO, Departamento de Engenharia Florestal
  • Dambrowski, Vanessa Universidade Regional de Blumenau/Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí – GPHAVI

DOI:

https://doi.org/10.37002/revistacepsul.vol14.2770e2025002

Palavras-chave:

Santa Catarina, litoral norte, planejamento urbano, aves, biodiversidade

Resumo

Regiões litorâneas são impactadas diretamente pelo desenvolvimento antrópico, resultando no uso e ocupação desordenados do solo. Este trabalho procura apresentar a composição da avifauna do litoral norte catarinense, num período anterior a intensa ocupação da região, contribuindo com informações básicas visando ações de gestão e planejamento por parte dos agentes públicos. Foram realizados levantamentos não sistemáticos procurando explorar todos os ambientes das cidades de Itapema e Porto Belo. As primeiras observações iniciaram-se em outubro de 1987, com a última listagem realizada em novembro de 2015. Em campo as aves foram identificadas pelo método visual e auditivo no período matutino. Foram identificadas as espécies endêmicas, aquelas com interesse conservacionista, as dependentes de ambiente florestal e as guildas tróficas. Com um esforço amostral de 90 horas de campo, identificou-se 153 espécies. Merece destaque Nyctibius griseus (Gmelin, 1789), registrado no manguezal do Rio Perequê e Cantorchilus longirostris (Vieillot, 1819) espécie associada a ambientes costeiros. As aves associadas aos ambientes florestais somam 85 espécies (58%), como Pyriglena leucoptera (Vieillot, 1818) que habita os estratos mais baixos da floresta. Entre as endêmicas registramos 27 espécies, como Phylloscartes kronei (Willis & Oniki, 1992), sendo considerado vulnerável em nível global. Os dados apontam a necessidade de um planejamento adequado da ocupação e uso do solo no litoral catarinense. A criação e ampliação de Unidades de Conservação protegendo os remanescentes florestais além da constituição de corredores ecológicos, são estratégias integradas que podem minimizar os efeitos negativos da degradação ambiental e promover a conservação de toda a biodiversidade local.

Biografia do Autor

Carlos Eduardo Zimmermann, Fundação Universidade Regional de Blumenau, Laboratório de Ecologia e Ornitologia—LABEO, Departamento de Engenharia Florestal

Possui graduação em Ciências Licenciatura de Primeiro Grau pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1988). Bacharelado em Ciências Biológicas pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1991). Mestrado em Recursos Genéticos Vegetais pela Universidade Federal de Santa Catarina (2000). Doutorado pela Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI em Ciência e Tecnologia Ambiental (2022). Trabalha na Universidade Regional de Blumenau, no Departamento de Engenharia Floresta. Coordena o Laboratório de Ecologia e Ornitologia (LABE0) onde desenvolve  com pesquisas que envolvem a ecologia da dispersão de sementes, captura-marcação de aves silvestres. Impactos da fragmentação florestal na comunidade de aves da Mata Atlântica,

Dambrowski, Vanessa , Universidade Regional de Blumenau/Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí – GPHAVI

Doutora em Ciência e Tecnologia Ambiental (UNIVALI). Mestre em Engenharia Florestal com ênfase em Conservação e Restauração de Ecossistemas Florestais (FURB). Especialista em Biologia da Conservação (UNIVALI). Especialista em Educação Ambiental (SENAC). Graduada em Ciências Biológicas (FURB). Pesquisadora colaboradora no Grupo de Pesquisa de História Ambiental do Vale do Itajaí (GPHAVI - FURB). Atua na prestação de serviços e pesquisas nas áreas: Socioambiental, História Ambiental, Biologia da Conservação, Educação Ambiental, Gestão de Unidades de Conservação.

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2025-03-21 — Atualizado em 2025-03-24

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